Na matéria do Portal Hospitais Brasil, o neurocirurgião Dr. Feres Chaddad explicou que a detecção precoce e o tratamento de aneurismas cerebrais não rotos têm papel importante não apenas na prevenção de hemorragias e complicações graves do cérebro, mas também na redução de impactos neuropsicológicos, como ansiedade, depressão e alterações cognitivas associadas ao diagnóstico de aneurismas.
Dr. Feres ressaltou que, com o avanço das técnicas de imagem — como angiografia por tomografia e ressonância — é possível identificar aneurismas com mais precisão e, ao mesmo tempo, planejar abordagens terapêuticas que aliviam a ansiedade relacionada ao “peso psicológico” de viver com uma lesão cerebral de risco, promovendo melhor qualidade de vida a longo prazo.
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