Doença cerebral rara de alto risco antes dos 40 anos desafia cientistas

No artigo publicado no Estadão, o neurocirurgião Dr. Feres Chaddad comentou sobre o desafio clínico e científico representado por doenças cerebrais raras de alto grau de mortalidade em adultos jovens, condições que frequentemente manifestam déficits neurológicos rápidos e podem levar à morte precoce. Entre essas enfermidades estão síndromes neurodegenerativas e vasculares que afetam o cérebro de forma severa e progressiva, dificultando o diagnóstico e a intervenção eficaz.

Dr. Feres explicou que aspectos como avaliação por neuroimagem, exames genéticos e monitoramento multidisciplinar são essenciais para reconhecer sinais precoces, orientar o manejo clínico e, sempre que possível, reduzir o impacto devastador dessas patologias raras que afetam o sistema nervoso central.

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