Drogas K: como substâncias sintéticas afetam o cérebro e o sistema nervoso

Na reportagem do O Globo sobre a disseminação das chamadas drogas K, o Dr. Feres Chaddad alertou para o alto poder viciante e os riscos neurológicos graves associados ao uso dessas substâncias sintéticas. Ele explicou que, apesar do nome e da forma de consumo, a droga não era maconha, mas uma mistura química produzida em laboratório, capaz de provocar taquicardia, alucinações, agressividade e perda de controle motor, conhecida como “efeito zumbi”.

Segundo o especialista, o uso contínuo esteve associado a convulsões, infarto, complicações neurológicas, paralisia, psicose, depressão, ideação suicida e morte, reforçando o impacto direto dessas drogas no cérebro e no sistema nervoso central.

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