Na cobertura sobre o “manual de sobrevivência para o Carnaval”, o neurocirurgião Dr. Feres Chaddad explicou que, embora a festa seja um momento de alegria, festas prolongadas sob calor intenso e ingestão excessiva de álcool podem afetar diretamente o cérebro e o sistema nervoso central por meio de desidratação, queda de pressão e estresse metabólico, o que pode aumentar o risco de desmaios, tontura e até acidentes vasculares leves semelhantes a derrames quando não há reposição adequada de líquidos e equilíbrio eletrolítico.
Dr. Feres destacou que a desidratação prejudica o fluxo sanguíneo cerebral e a função cognitiva, e que a prevenção — por meio de hidratação constante, alimentação equilibrada, pausas à sombra e proteção contra o calor — é essencial para manter o desempenho físico e mental durante a folia. Além disso, ele ressaltou a importância de evitar picadas do Aedes aegypti, principal vetor da dengue, cuja febre alta, forte dor de cabeça, fraqueza e desorientação podem agravar ainda mais o quadro de quem já está desidratado ou com pressão arterial instável.
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