Na coluna do Papo de Responsa da Folha de S.Paulo, o Dr. Feres Chaddad comentou os achados científicos que sugerem uma associação entre a poluição do ar e o aumento do risco de doença de Parkinson, uma condição neurodegenerativa que afeta áreas profundas do cérebro responsáveis pelo controle motor.
Dr. Feres explicou que partículas finas inaladas podem desencadear processos inflamatórios sistêmicos e estresse oxidativo, capazes de atingir o sistema nervoso central e potencialmente contribuir para a perda de neurônios produtores de dopamina, característica da doença. Ele ressaltou que, embora a relação seja complexa e ainda objeto de pesquisa, a qualidade ambiental é um fator relevante para a saúde cerebral a longo prazo e que estratégias de redução de emissões e controle da poluição podem ter impacto positivo na prevenção de doenças neurodegenerativas.
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