Na reportagem da CARAS, o neurocirurgião Dr. Feres Chaddad comentou o caso do atleta Pedro Severino, que sofreu um traumatismo craniano grave em um acidente e apresentou recuperação inesperada após quadro que chegou a ser avaliado como morte cerebral, ressaltando que situações como essa, embora raras, exigem avaliação neurológica contínua e criteriosa por meio de exames especializados.
Dr. Feres explicou que a definição de morte encefálica segue protocolos rigorosos, mas que flutuações no estado de consciência e respostas neurológicas preservadas podem surgir em circunstâncias específicas, reforçando a importância de monitorização detalhada do cérebro, reavaliações clínicas e de neuroimagem, além de um suporte intensivo adequado desde o início. O especialista destacou que a recuperação de funções motoras e cognitivas depende da extensão da lesão cerebral, do tratamento precoce e de programas de reabilitação neurológica individualizados para cada paciente.
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