Na reportagem do Terra, o Dr. Feres Chaddad explicou que a malformação arteriovenosa (MAV) é uma alteração congênita na qual artérias e veias do cérebro se ligam diretamente, sem a presença dos capilares, gerando fluxo sanguíneo anormal que pode fragilizar os vasos e aumentar o risco de hemorragias e outras complicações neurológicas graves.
Ele detalhou que o diagnóstico é feito por meio de exames de neuroimagem — como tomografia, ressonância magnética e, especialmente, angiografia cerebral — que permitem mapear com precisão essas conexões vasculares anormais. Para o tratamento, Dr. Feres destacou que não existe medicamento capaz de “curar” uma MAV, e que as abordagens variam conforme o caso: acompanhamento clínico em malformações de baixo risco, embolização vascular, radiocirurgia estereotáxica e microcirurgia para remoção completa da MAV, sempre com avaliação individualizada para equilibrar benefícios e riscos e proteger a integridade do cérebro.
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